Spazio Montello

Possui apartamentos de 2 dormitórios, na Zona Seis, com área de lazer para você que gosta de diversão ou tranquilidade. Um lançamento para quem exige qualidade!

Spazio Mirante dos Maias

More próximo do Teatro Calil Haddad, Shopping Catuaí, Hospital Paraná e outros pontos comerciais.

Vivace Residence Club

Curabitur et lectus vitae purus tincidunt laoreet sit amet ac ipsum. Proin tincidunt mattis nisi a scelerisque. Aliquam placerat dapibus eros non ullamcorper. Integer interdum ullamcorper venenatis. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas.

Featured 4

Curabitur et lectus vitae purus tincidunt laoreet sit amet ac ipsum. Proin tincidunt mattis nisi a scelerisque. Aliquam placerat dapibus eros non ullamcorper. Integer interdum ullamcorper venenatis. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas.

Featured 5

Curabitur et lectus vitae purus tincidunt laoreet sit amet ac ipsum. Proin tincidunt mattis nisi a scelerisque. Aliquam placerat dapibus eros non ullamcorper. Integer interdum ullamcorper venenatis. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Paranaenses terão energia mais barata em 2013.

A renovação da concessão de transmissão da Copel, feita no último dia 4, garante que a empresa irá baixar a tarifa de energia elétrica no próximo ano, afirmou o governador Beto Richa, nesta segunda- feira (10).

O governador ainda destacou que o Estado faz um grande sacrifício para contribuir com a queda do preço da energia no país, uma vez que as novas regras federais impõem perdas enormes ao Estado. Somente a queda na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que incide sobre o consumo de eletricidade, chega a R$ 450 milhões.

O governador afirmou que o Paraná mantém subsídios para as tarifas de energia para atender a camada mais pobre da população. Ele destacou que o programa Luz Fraterna atende 200 mil famílias que consomem até 100 MW mês. “Mantivemos este programa e vamos ampliá-lo, incluindo consumidores de até 110 MW”, disse Richa na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).


Fonte: Maringa.com

Sindicatos são contra aumento de taxas no Paraná

O deputado Valdir Rossoni (PSDB) recebeu nesta segunda- feira, um documento que representantes dos setores de construção civil, mercado imobiliário e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pedem para que o parlamentar não coloque em votação, o projeto de lei criado pelo Tribunal de Justiça (TJ) que aumenta as taxas cobradas pelos cartórios do Paraná.

“Esta é uma concessão de um serviço público para proteger a sociedade. E está sendo colocada como um produto”, considerou o Luiz Celso Castegnaro que é diretor Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR).
De acordo com o texto encaminhado pelo TJ-PR, alguns dos valores tiveram reajustes de mais de 1.000%, como por exemplo, a taxa para o reconhecimento de firma, que deve subir dos atuais R$ 3,06 para R$ 37,50.

O documento também é um apoio a Rossoni, que declarou que um projeto dessa magnitude necessitaria de, pelo menos, seis meses para ser apreciado. Ainda conforme documento, considerando a proximidade do fim dos trabalhos legislativos deste ano, o texto não deve ser colocado em votação já que a proposição não permite uma análise apressada.

Caso o projeto não seja votado até o próximo dia 20, quando a Assembleia entra em recesso, as taxas permanecerão como estão durante todo ano de 2013.


Fonte: Maringa.com

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Ceia de Natal está 18,6% mais cara Neste ano, diz FGV



03/12/2012 - 13h52


Vitor Abdala
Da Agência Brasil, no Rio de Janeirontários
A ceia de Natal vai custar, em média, 18,6% a mais neste ano do que no ano passado. O levantamento feito pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a inflação dos produtos usados na ceia é três vezes maior do que a registrada na média acumulada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no período de dezembro de 2011 a novembro de 2012, que foi de 5,77%.
Entre os itens que apresentaram maior aumento de preço estão o arroz (33,49%), a cebola (48,37%), a batata inglesa (51,82%) e as frutas como mamão papaya (66,88%), manga (26,17%), abacaxi (23,52%) e maçã (22,13%).
Outros produtos também subiram acima da inflação, como a azeitona em conserva (11,79%), o frango (10,45%), os pães e biscoitos (8,55%) e o bacalhau (5,96%).
Alguns itens, no entanto, tiveram aumento de preços menos intenso do que o registrado pelo IPC: azeite (3,48%), lombo suíno (2,84%) e vinho (1,61%). O pernil suíno foi o único produto pesquisado pela FGV que teve queda de preço – de 1,26% – entre 2011 e 2012.
Fonte: UOL.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Caixa prevê crédito recorde em 2012


A Caixa Econômica Federal informa que espera liberar o maior volume de crédito imobiliário de sua história neste ano: R$ 100 bilhões. Segundo o banco, cerca de R$ 56 bilhões foram concedidos ao longo dos primeiros sete meses de 2012, e outros R$ 44 bilhões devem ser liberados até o fim de dezembro.
No ano passado, foram contratados aproximadamente R$ 80 bilhões. O gerente regional de construção civil da Caixa em São Paulo, Nédio Henrique Rosselli Filho, afirma que o Estado recebe 25% do crédito imobiliário concedido pelo banco em todo o País.

http://imoveis.odiario.com/noticia/706700/caixa-preve-credito-recorde-em-2012/

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Efeitos especiais inéditos para conhecer empreendimento antes que seja construído


Para apresentar um dos 18 projetos eleitos pela Fundação Clinton como parâmetro de desenvolvimento sustentável para as grandes metrópoles do planeta, a Odebrecht Realizações Imobiliárias, em parceria com a produtora Volcano Hotmind, desenvolveu uma experiência diferente, que torna possível "visitar" o Parque da Cidade, empreendimento implantado em São Paulo, antes que ele seja construído.

Uma grande cúpula, com oito metros de altura e 16 metros de diâmetro, dotada de alta tecnologia, recria o projeto em realidade virtual, permitindo a imersão do público. Parques, playgrounds, restaurantes, teatros e edificações surgem a partir de projeção mapeada em 360°, criando ilusões visuais imersivas em 3D. Também são utilizados elementos sensoriais em 4D, como movimentação da plataforma da cúpula, fumaça e presença de vento no ambiente, tudo sincronizado eletronicamente com a projeção via protocolo DMX. Outro atrativo é a utilização do áudio em tecnologia 5.1, intensificando a experiência de imersão dos visitantes.

Foram utilizados softwares como 3D MAX, Blender, After Effects e Media Flow. Ao todo, 28 projetores HD compõem a imagem 360 graus da cúpula. O grande número de projetores possibilita que não se perceba de onde vêm as imagens, fazendo com que a audiência não se distraia e, consequentemente, provocando a imersão total dos participantes.





A experiência podeser experimentada pelos visitantes até o início de novembro.

O Parque da Cidade é um complexo multiuso que integra plano municipal de revitalização da região da Chucri Zaidan, estabelecido pela Operação Urbana Água Espraiada da Prefeitura Municipal de São Paulo.
Ficha Técnica
Produtora Criativa: Volcano Hotmind

Cliente: Odebrecht Realizações Imobiliarias

Produto: Parque da Cidade

Titulo: Cúpula 360º
Direção Geral: Volcano
Produtor Executivo: Enzo Barone
Diretor Executivo de Projeto: Paulinho Blassioli
Direção de criação de advertainment: Bali Terçarolli
Diretor Criativo de Projeto: Icaro de Abreu
Atendimento: Juliana Pereira
Coordenação de produção: Rica Ferrer e Marisa Costa
Cenários 3D: Neorama
Pós-produção e 3D: Ovni VFX
Produtora de Som: Jamute
Trilha: James Pinto e Cesar Mattos
Sound Designer: Cristiano Scherer
Aprovação pelo cliente: Saulo Nunes, Camila Poli Rapuano e Luciana Vieira Costa

Fonte: CCSP

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Medo da Bolha Imobiliária


"Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe"

O mercado imobiliário gera paixões. Para muitos, a compra de um imóvel é a decisão financeira mais importante da vida. Para investidores, é um potencial de lucros às vezes fantásticos. Para o País, um poderoso motor de crescimento e geração de empregos. 

Desde 2008, venho refutando alegações de que o Brasil tem uma bolha imobiliária prestes a estourar. De lá para cá, os preços dos imóveis dobraram, triplicaram ou subiram ainda mais.

Impressionado com o ritmo da atividade imobiliária e com a forte elevação dos preços, resolvi atualizar meus estudos sobre o assunto para checar minhas conclusões.

Analisei as bolhas imobiliárias de todos os países dos quais consegui dados desde 1900. Ignorei apenas bolhas imobiliárias regionais como, por exemplo, a causada pela busca do ouro no Oeste americano.

Algumas conclusões saltam aos olhos. Primeiro, bolhas imobiliárias costumam envolver forte atividade de construção. Para tornar os dados de construção comparáveis entre diferentes países e períodos, analisei o consumo anual de cimento per capita em cada país 
no ano em que a bolha estourou. Não encontrei nenhum estouro de bolha com consumo anual de cimento inferior a 400 quilos per capita. Na Espanha, passou de 1,2 mil quilos e há casos, como na China atual, de consumo ainda superior: 1,6 mil quilos, sem estouro de bolha. No Brasil, minha estimativa é de que hoje estamos em 349 quilos.

Segundo, uma bolha imobiliária sempre se caracteriza por preços muito elevados em relação à capacidade de pagamento das pessoas. Considerando-se quantos anos de salários são necessários para comprar um imóvel de preço médio nas principais cidades do mundo, nenhuma cidade brasileira está hoje entre as 20 mais caras. Por outro lado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 mais caras. Entretanto, mesmo por esse parâmetro, Brasília, a mais cara do País, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo. 

O ar que infla qualquer bolha de investimento, imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. Ela possibilita que investidores comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas. Todas as bolhas imobiliárias que encontrei estouraram quando 
o total do crédito imobiliário superava 50% do PIB e, em alguns casos, passava de 130% do PIB. Nos EUA, em 2006, um ano antes dos preços começarem a cair, era de 79% do PIB. No Brasil, apesar de todo o crescimento dos últimos anos, esse número é hoje de 5% do PIB.

Aliás, é sempre uma súbita ruptura na oferta de crédito, normalmente associada a uma forte elevação do custo deste crédito, que faz com que bolhas estourem. No Brasil está acontecendo exatamente o contrário. O crédito imobiliário está em expansão e o seu custo em queda.

Por tudo que pesquisei, concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.

Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais.

O mais provável são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares. São exatamente eles que garantiriam que bolhas não estourem em um futuro mais distante. 

Fonte: http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/218079_O+MEDO+DA+BOLHA+IMOBILIARIA

NOVIDADES NA CONSTRUÇÃO CIVIL: O USO DO PVC


Por Ana Paula Marques
Casa nova em sete dias e economia de 15% no custo final da obra. Essas são as promessas feitas pelas empresas Dupont, Braskem e Global Housing International, que desenvolveram um sistema de construção em concreto e PVC.
Uma estrutura oca em PVC é montada, através de encaixe, e, em seguida, preenchida com concreto. “80% (da estrutura) é feita de forma industrial. Não é necessária mão de obra especializada, apenas treinada. A redução de mão de obra é de cerca de 80%”, afirma Roberto Gandolfo, sócio-diretor da Global Housing.
A “Casa de Concreto PVC” permite, ainda, que o sistema de alvenaria seja usado para ampliação do imóvel, ou que uma casa de tijolos tenha uma parede reformada com uso do PVC.
Os responsáveis pelo sistema afirmam que o acabamento pode ser feito com os mais diferentes materiais, que vão do gesso ao azulejo, passando pelo próprio PVC, o que reduz custos e aumenta o isolamento térmico. Em Santa Catarina, o preço de venda fica entre R$ 800 e R$ 900 por m².

Fonte: http://mudominhacasa.wordpress.com/2011/11/29/novidades-na-construcao-civil-o-uso-do-pvc/