Spazio Montello

Possui apartamentos de 2 dormitórios, na Zona Seis, com área de lazer para você que gosta de diversão ou tranquilidade. Um lançamento para quem exige qualidade!

Spazio Mirante dos Maias

More próximo do Teatro Calil Haddad, Shopping Catuaí, Hospital Paraná e outros pontos comerciais.

Vivace Residence Club

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Caixa prevê crédito recorde em 2012


A Caixa Econômica Federal informa que espera liberar o maior volume de crédito imobiliário de sua história neste ano: R$ 100 bilhões. Segundo o banco, cerca de R$ 56 bilhões foram concedidos ao longo dos primeiros sete meses de 2012, e outros R$ 44 bilhões devem ser liberados até o fim de dezembro.
No ano passado, foram contratados aproximadamente R$ 80 bilhões. O gerente regional de construção civil da Caixa em São Paulo, Nédio Henrique Rosselli Filho, afirma que o Estado recebe 25% do crédito imobiliário concedido pelo banco em todo o País.

http://imoveis.odiario.com/noticia/706700/caixa-preve-credito-recorde-em-2012/

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Medo da Bolha Imobiliária


"Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe"

O mercado imobiliário gera paixões. Para muitos, a compra de um imóvel é a decisão financeira mais importante da vida. Para investidores, é um potencial de lucros às vezes fantásticos. Para o País, um poderoso motor de crescimento e geração de empregos. 

Desde 2008, venho refutando alegações de que o Brasil tem uma bolha imobiliária prestes a estourar. De lá para cá, os preços dos imóveis dobraram, triplicaram ou subiram ainda mais.

Impressionado com o ritmo da atividade imobiliária e com a forte elevação dos preços, resolvi atualizar meus estudos sobre o assunto para checar minhas conclusões.

Analisei as bolhas imobiliárias de todos os países dos quais consegui dados desde 1900. Ignorei apenas bolhas imobiliárias regionais como, por exemplo, a causada pela busca do ouro no Oeste americano.

Algumas conclusões saltam aos olhos. Primeiro, bolhas imobiliárias costumam envolver forte atividade de construção. Para tornar os dados de construção comparáveis entre diferentes países e períodos, analisei o consumo anual de cimento per capita em cada país 
no ano em que a bolha estourou. Não encontrei nenhum estouro de bolha com consumo anual de cimento inferior a 400 quilos per capita. Na Espanha, passou de 1,2 mil quilos e há casos, como na China atual, de consumo ainda superior: 1,6 mil quilos, sem estouro de bolha. No Brasil, minha estimativa é de que hoje estamos em 349 quilos.

Segundo, uma bolha imobiliária sempre se caracteriza por preços muito elevados em relação à capacidade de pagamento das pessoas. Considerando-se quantos anos de salários são necessários para comprar um imóvel de preço médio nas principais cidades do mundo, nenhuma cidade brasileira está hoje entre as 20 mais caras. Por outro lado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 mais caras. Entretanto, mesmo por esse parâmetro, Brasília, a mais cara do País, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo. 

O ar que infla qualquer bolha de investimento, imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. Ela possibilita que investidores comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas. Todas as bolhas imobiliárias que encontrei estouraram quando 
o total do crédito imobiliário superava 50% do PIB e, em alguns casos, passava de 130% do PIB. Nos EUA, em 2006, um ano antes dos preços começarem a cair, era de 79% do PIB. No Brasil, apesar de todo o crescimento dos últimos anos, esse número é hoje de 5% do PIB.

Aliás, é sempre uma súbita ruptura na oferta de crédito, normalmente associada a uma forte elevação do custo deste crédito, que faz com que bolhas estourem. No Brasil está acontecendo exatamente o contrário. O crédito imobiliário está em expansão e o seu custo em queda.

Por tudo que pesquisei, concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.

Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais.

O mais provável são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares. São exatamente eles que garantiriam que bolhas não estourem em um futuro mais distante. 

Fonte: http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/218079_O+MEDO+DA+BOLHA+IMOBILIARIA

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Quitar o financiamento é emoção sem igual


Para muita gente, o sonho da casa própria começa com um financiamento imobiliário. A concretização ocorre com o pagamento da parcela final do compromisso. A professora aposentada, Rosa Nabozny, venceu essa etapa e pode dizer que o apartamento onde mora, há 25 anos, é só dela.
Gostou? Leia mais: http://imoveis.odiario.com/noticia/614423/quitar-o-financiamento-e-emocao-sem-igual/


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Casa própria chega mais cedo para os filhos


Douglas Marçal
Casa própria chega mais cedo para os filhos - Douglas Marçal
A família Santana representa uma realidade cada vez mais comum entre os brasileiros: a segunda geração consegue comprar a casa própria décadas mais cedo que os pais. O "milagre" vem da liberação massiva de linhas de crédito para a habitação, da economia estável e da ausência do fantasma da inflação. Esse conjunto permite ao jovem investidor organizar as finanças e contrair dívidas a longo prazo, com muito mais facilidade que os pais tiveram.
Thaisy Santana tem 25 anos e é agente de trânsito. Ela e o futuro marido vão começar a vida de casados no apartamento dos sonhos. O casal já estava se preparando para comprar o imóvel, tinha feito algumas economi...
Gostou? Então leia mais...clique aqui

sábado, 13 de outubro de 2012

Bancos permitem agora calote em financiamentos


A ‘guerra’ entre os bancos para atrair cada vez mais clientes ultrapassou a barreira dos juros cobrados e das taxas administrativas oferecidas pelos serviços.
Recentemente, as instituições financeiras encontraram uma nova maneira de aumentar sua carteira de fregueses e agora permitem até o cliente não pagar uma determinada prestação de algum financiamento feito.
A Caixa Econômica Federal foi a última a aderir à moda e lançou na última semana a campanha “Crédito com Pausa”, na qual o cliente poderá solicitar ao banco estatal pular o pagamento de uma prestação mensal e retomar o depósito no mês seguinte sem multas ou encargos adicionais.
A prestação mensal que deixou de ser paga, no entanto, permanecerá no saldo restante da dívida e haverá o acréscimo de um mês no prazo final da operação.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Minha Casa, Minha Vida eleva limite de imóvel financiado para R$ 190 mil.


O conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) elevou o valor máximo dos imóveis financiados de R$ 170 mil para R$ 190 mil pelo programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida. O novo teto vale para o Distrito Federal e para as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.
Para as demais capitais e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o teto passou de R$ 150 mil para R$ 170 mil.
Nos municípios que têm de 250 mil habitantes a 1 milhão de habitantes, o valor foi atualizado de R$ 130 mil para R$ 145 mil. O mesmo vale para outras regiões metropolitanas.
Já nas cidades cuja população varia de 50 mil a 250 mil habitantes, o teto subiu para R$ 100 mil para R$ 115 mil. Nas demais, passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil.
Segundo os conselheiros, o objetivo é corrigir os valores pela inflação e permitir com que o programa continue atendendo demanda da classe média nessas cidades, que tiveram forte aumento no preço dos imóveis. A correção, de 13%, foi com base no INCC (Índice Nacional da Construção Civil) de agosto.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Minha Casa, Minha Vida muda para atingir classe média


O governo Dilma prepara mudanças para expandir o foco do programa Minha Casa, Minha Vida, cujo limite de financiamento habitacional nas capitais chega a R$ 170 mil e pouco atende a classe média devido ao aumento nos preços dos imóveis. 

Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, a proposta é reduzir os juros e aumentar os limites de renda familiar que podem acessar o programa e os valores financiados. 

 Hoje, só famílias com renda de até R$ 5.400 mensais se enquadram no programa, que utiliza recursos do FGTS(Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e tem juros máximos de 8,16% ao ano.

Para a faixa que ganha de R$ 3.101 a R$ 5.400 (faixa 3), a nova taxa deve cair de 8,16% ao ano para 7,16%.

Hereda não disse qual a taxa será dada para as famílias com renda entre R$ 1.600 e R$ 3.100 (faixa 2), que hoje têm juros de 6% ao ano.

Para as famílias com renda de até R$ 1.600, o governo compra o imóvel e subsidia até 95% do valor.

REAJUSTE NOS LIMITES

"O governo, através do Ministério das Cidades, está propondo reajuste tanto nos juros quanto nos limites. Recentemente tivemos alteração nos valores do Minha Casa Minha Vida na faixa 1 [renda até R$ 1.600]. É natural que a faixa 2 e 3 tenham também reajuste", disse.

Na sexta, a Caixa anunciou uma injeção de R$ 13 bilhões do governo, sendo que R$ 3 bilhões serão destinados ao financiamento de material de construção, dentre outros, para clientes ligados ao Minha Casa, Minha Vida.

Para João Crestana, ex-presidente do Secovi (Sindicato da Construção), as mudanças estudadas devem ampliar a participação da classe média urbana no programa.

"Está começando a ficar difícil utilizar o programa, porque a classe média subiu de patamar. Ou você retira a classe média, o que é uma temeridade, ou ajusta para que possa atender mais gente. O governo está muito sensível a isso", disse Crestana. 

TONI SCIARRETTA DE SÃO PAULO

NATUZA NERY DE BRASÍLIA 

Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com/2012/09/minha-casa-minha-vida-muda-para-atingir.html

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Imóvel sobe duas vezes mais que a renda do morador em Curitiba

Construtoras alegam que os custos com mão de obra e a própria demanda continuam a puxar os preços para cima, mesmo que em ritmo mais lento



O boom do setor imobiliário nos últimos anos fez com que os preços dos imóveis subissem bem acima da inflação e da renda do morador de Curitiba.
O valor do metro quadrado de área útil na capital passou de R$ 2,49 mil, em 2007, para R$ 5,23 mil em julho deste ano, segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR).


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Novos megaprédios mudam a cara de avenidas empresariais de São Paulo


Projetos incluem inovações nas áreas de sustentabilidade, luxo e arquitetura


- Parque da Cidade
Prédios empresariais imponentes não são novidade em São Paulo, mas alguns empreendimentos estão levando essa faceta da cidade a um novo patamar. Principalmente nos eixos da Av. Faria Lima e da Marginal Pinheiros, onde – respectivamente – a liberação de licenças para a abertura do Pátio Victor Malzoni e o anúncio da construção do Parque da Cidade ganharam destaque nos últimos dias. Eles se juntam a edifícios como o Infinity, o JK Iguatemi, o Rochaverá e outros que formarão a linha de frente das fachadas espelhadas da metrópole. 
Conheça, abaixo, os detalhes de alguns desses megaprédios.
Leia mais: clique aqui








sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Cresce número de imóveis financiados

Hamilton e Elenir financiaram a casa há dois meses, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida


A concretização do sonho da casa própria está cada vez mais real no Brasil. Em Maringá e região não é diferente. Segundo levantamento realizado pela Caixa Econômica Federal (CEF), nos 122 municípios da área de abrangência da Regional Noroeste do Paraná, de janeiro a maio deste ano, foram formalizados 6.802 contratos.

Para o superintendente regional da CEF, Roberto Luiz Bachmann, são várias as circunstâncias que influenciam o aumento da procura pelos financiamentos. "A estabi...
Gostou? Então leia mais: http://imoveis.odiario.com/noticia/589175/cresce-numero-de-imoveis-financiados/

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Atraso na entrega de obra pode gerar indenização

rquivo/DNP

Projeto está em discussão no Senado
Construtoras e incorporadoras terão de indenizar o consumidor caso não entreguem, na data contratada, os imóveis vendidos na planta. É o que prevê o projeto de lei apresentado pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ). A proposta aguarda designação do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado Federal.
O projeto de lei do Senado (PLS 97/2012) determina que as empresas indenizem o equivalente a 2% do valor total contratado se não honrarem o contrato.

Gostou? Leia mais:  http://imoveis.odiario.com/noticia/586894/atraso-na-entrega-de-obra-pode-gerar-indenizacao/

segunda-feira, 23 de julho de 2012

À vista com juros, só no Brasil

Felipe Rosa Gazeta do Povo / Quando a loja não oferece desconto para o consumidor que paga no ato da compra, está cobrando a correção toda de uma vez


A prática foi incorporada pelo mercado brasileiro, que cobra juros embutidos no preço à vista e anuncia parcelas supostamente isentas de correção






Não é novidade que o Brasil possui uma das maiores taxas de juros reais do mundo, a despeito do recente esforço do governo para amenizar esse peso. Para completar, também somos o único país do planeta onde – na teoria – não há diferenciação entre o preço à vista e a prazo. Na prática, porém, a realidade é outra e os juros costumam vir embutidos – e bem disfarçados – nas compras à vista e nos parcelamentos longos, anunciados à exaustão como juro zero.


Leia mais: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1277520

Volume de lançamentos despenca

Felipe Rosa/ Gazeta do Povo / Obra em andamento no Jardim Botânico. Incorporadoras tentam diminuir grande número de unidades em estoque


Depois da fartura de novidades nos últimos dois anos, o número de alvarás liberados para novas construções em Curitiba recuou 31% de janeiro a maio


A demanda mais fraca e a grande oferta de imóveis no mercado fez despencar a quantidade de lançamentos imobiliários nos últimos meses. Depois da fartura de novidades nos últimos dois anos, o volume de novos empreendimentos caiu até 80% em relação ao ano passado entre as grandes construtoras e incorporadoras do país. Em Curitiba, o volume de alvarás liberados recuou 31% de janeiro a maio em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná (Sinduscon-PR), para 8 mil unidades.
Recentemente, a PDG Realty, maior incorporadora do país, surpreendeu o mercado e reduziu pela metade a previsão para 2012 – de entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões para entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões. No segundo semestre, a empresa já havia reduzido em 80,3% o volume de lançamentos em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 404 milhões.

domingo, 1 de julho de 2012

Custos com habitação caem, aluguel sobe

Segundo dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), as despesas com habitação aumentaram 0,53% em junho, ficando 0,28 ponto porcentual menor que o registrado em maio.

O índice foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana e apontou que o preço dos aluguéis subiu 0,68% em junho em relação a maio.

As capitais que tiveram maior alta nas taxas de elevação dos preços de aluguel foram São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), com 1%, 0,85% e 0,76%, respectivamente.

Fonte: http://maringa.odiario.com/imoveis/noticia/581723/custos-com-habitacao-caem-aluguel-sobe/

É hora de tirar o dinheiro da Bolsa e investir em imóveis?











O analista de investimentos Rafael Andreata fala se é hora de tirar o dinheiro da Bolsa e investir em imóveis. Tire dúvidas sobre dinheiro e família

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Creci quer garantir ética no mercado

Corretores precisam garantir vínculo com o conselho da profissão para que clientes possam recorrer ao órgão em caso de problemas na negociação.

A organização que reúne imobiliárias e corretores de imóveis, no Paraná, é o Conselho Regional de Corretores de Imó­­veis (Creci). O trabalho do grupo é fiscalizar a ação desses profissionais e empresas para garantir que a negociação de imóveis seja clara e atrativa para as partes envolvidas. Por isso, é exigido o pagamento de uma anuidade, que garante os recursos do grupo e mantém os profissionais vinculados ao conselho.
“Estando em dia com o con­­selho, o profissional estará constantemente atualizado e a transação imobiliária é feita com maior segurança, porque quem vende também tem responsabilidade civil pelo acordo”, explica Edson Gonçalves, coordenador de fiscalização do Creci no estado.

Leia mais no gazetadopovo.com.br

Creci-PR é líder no combate ao exercício ilegal da profissão

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR) conquistou o primeiro lugar no Ranking Nacional de Fiscalização do Conselho Federal da categoria (Cofeci), nos meses de fevereiro e março. A média de produtividade diária por agente fiscal chegou ao índice de 18,41 autuações, o que representa o dobro da meta estipulada.

Leia mais no site do diario.com

CEF terá que devolver diferença do valor de imóvel leiloado

A Caixa Econômica Federal foi condenada pela 4ª Vara Federal de Santos, do Tribunal Regional Federal da Terceira Região a devolver a diferença de R$ 31.370,94 com acréscimo de juros moratórios de 1% ao mês, a um mutuário que comprou um imóvel no leilão da instituição em 2009. Segundo a Amspa (Associação dos Mutários de São Paulo e Adjacências),o valor é referente à alteração do preço da avaliação da hipotéca do imóvel feita em 2007 de R$ 39.629,06, ao de venda realizada pela instituição a terceiros, em 2009, por R$ 80.110,50

A sentença da juíza Alessandra Nuyens Aguiar Aranha foi baseada no Código de Defesa do Consumidor e nos artigos 884 a 886 do Código Civil que condena a prática de enriquecer a custa de outra pessoa.
Decisão - De acordo com o advogado da Amspa, Márcio Bernardes, o resultado é em 1ª instância e o réu tem até o dia 11 para recorrer da decisão. “Essa primeira vitória na Justiça será essencial para que outros que estejam na mesma situação possam recorrer”, explica, afirmando que “essa decisão vai evitar injustiças praticadas contra os mutuários que na sua maioria são pessoas com poucos recursos e correm riscos de comprometer a sua renda de uma hora para outra seja por problemas de doença, desemprego ou outros motivos que levam a redução da renda”.

Leia mais no site do Sindimóveis

Financiamento de imóveis usados triplica em sete anos

O financiamento de imóveis usados triplicou nos últimos sete anos. Segundo um levantamento feito pela Lello Imóveis, entre janeiro e maio deste ano, 45% dos imóveis usados vendidos no período foram por meio de financiamento. Já no mesmo período de 2005, apenas 15% destes imóveis foram financiados. Em relação às vendas de imóveis prontos para morar na cidade de São Paulo, a pesquisa revela que houve crescimento de 14% entre janeiro e maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2011.
Mais procurados
O levantamento também mostra que o valor médio das casas e apartamentos comercializados nos principais bairros do centro expandido da capital paulista nos cinco primeiros meses deste ano foi de R$ 430 mil, contra R$ 400 mil no mesmo período 2011 e R$ 350 mil em 2010. “Os imóveis continuam se valorizando, como prevíamos que iria acontecer, e são uma excelente alternativa de investimento frente à redução das taxas de juros pagas pelas principais aplicações bancárias”, afirma a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Leias mais no site do Sindimóveis

Brasileiros estão entre os estrangeiros que mais compram casas em Orlando

No Brasil, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro possuem um dos mercados imobiliários mais aquecidos do País. Mas não é só por aqui que os brasileiros gostam de comprar casas. Em Orlando, na Flórida, os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais adquirem imóveis. De acordo com o estudo '10 Hot Spots for Global Homebuyers' (10 pontos quentes para compradores globais) os brasileiros, junto com os canadenses e os ingleses, estão entre os estrangeiros que mais compram imóveis em Orlando. A cidade é a terceira mais procurada pelos compradores estrangeiros, em lista liderada por Lakeland, também na Flórida.
Orlando está à venda - De acordo com o estudo, dos estrangeiros que compram casas em Orlando, 46,1% são do Canadá, 10,3% são do Reino Unido e 7,6% são do Brasil. O levantamento também avaliou os motivos que estão levando os estrangeiros a comprar imóveis na região e chegou a conclusão que a principal razão é o fato de que Orlando está à venda, “literalmente”. Além disso, de acordo com a corretora Zola Szerencses, o local é financeiramente acessível aos estrangeiros. Ainda falando das regiões mais procuradas pelos estrangeiros nos Estados Unidos, Miami é destaque entre os argentinos e venezuelanos.

Das casas vendidas em Miami para os estrangeiros, 70,5% foram compradas por pessoas que residem no Canadá, seguido por 2,9% de estrangeiros residentes na Argentina e 2,3%, na Venezuela. Os dados da pesquisa, porém, contrastam com outro estudo conduzido pelo NAR (National Association of Realtors - associação que representam os corretores de imóveis nos EUA) em outubro de 2011 que apontou que os venezuelanos eram os maiores compradores de imóveis em Miami (15%), seguidos pelos brasileiros (12%), argentinos (11%) e canadenses (10%).

Fonte: http://www.sindimoveis.org.br/noticia.php?id=501