Spazio Montello

Possui apartamentos de 2 dormitórios, na Zona Seis, com área de lazer para você que gosta de diversão ou tranquilidade. Um lançamento para quem exige qualidade!

Spazio Mirante dos Maias

More próximo do Teatro Calil Haddad, Shopping Catuaí, Hospital Paraná e outros pontos comerciais.

Vivace Residence Club

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Espaço Gourmet é uma das tendências para a cozinha em 2012 .

Segundo especialista, itens como gavetas elétricas, iluminação natural e refrigeradores embutidos também fazem parte dos projetos para este ambiente

Dizem que a cozinha é o coração do lar. E com o passar dos anos, este ambiente da casa deixou o seu ar tradicional de lado para dar espaço a um formato moderno, clean, com destaque à tecnologia.

Por ser um espaço que engloba múltiplas funções, como áreas de trabalho, armazenamento de utensílios e alimentos, lavação, espaços para refeições, a cozinha é um dos ambientes que exigem maior comprometimento dos arquitetos e designers, segundo a arquiteta Karoline Stolf.

Atualmente a cozinha está em ascenção, e de acordo com Karoline há uma nova busca pela “Cozinha Gourmet”, onde toda a família pode cozinhar junta.

“Está se tornando muito necessário o estudo de funcionalidade, fluxograma destes ambientes e disposição dos equipamentos”, afirma.

Outro detalhe que está em alta é a integração com os demais ambientes sociais, como sala de tv, sala de jantar.

“Os ambientes estao cada vez mais integrados numa busca para aproveitar mais o tempo em família”, afirma Karoline.

Além de misturadores que são verdadeiras obras de arte, vidros coloridos e espelhos refletivos, a arquiteta aponta que tendências podemos esperar para o ano de 2012.

- Gavetas elétricas e portas de fácil abertura: abrem com um simples toque;
- Tampos em Corian: moldado de acordo com o móvel;
- Sustentabilidade: reaproveitamento de móveis antigos como detalhes decorativos, reaproveitamento de águas das chuvas e cinzas;
- Revestimentos: papéis de parede, adesivos, estampas, tijolos e madeira de demolição, ladrilhos hidráulicos;
- Iluminação: natural, LED, pontual direcionada, indiretas, grandes pendentes;
- Paisagismo: jardins verticais;
- Eletrodomésticos: modernos, embutidos, linha retro, 2 em 1, TV LED embutida, coifas volumétricas, fogão elétrico, cafeteiras e refrigeradores embutidos;
- Automação: equipamentos touch screen, vídeo display, gavetas aquecidas.

Como projetar uma cozinha

Segundo Karoline, na hora de projetar uma cozinha, deve-se levar em consideração as condicionantes locais como os acessos, janelas, pontos elétricos, hidráulicos e gás.

“O pé direito é muito importante para definir a altura dos móveis e optar pelo rebaixamento de forro ou não, de que forma podemos trabalhar a iluminação”, comenta.

As cores existentes, os materiais de revestimento também sao muito importantes pois muitos clientes não querem alterar. “É claro que quando projetamos a casa inteira é muito melhor pois podemos buscar a proporção áurea para o ambiente ficar mais aconchegante”.

Para a distribuição dos móveis, o ideal é setorizar a cozinha neste sentido:

Armazenagem - Lavação - Preparo - Cocção

A armazenagem inclui alimentos secos e frios, eletrodomésticos, louças e demais utensílios; na lavação podemos incluir alimentos e louças em cuba, máquina de lavar louças; o preparo:voltados às bancadas para utilização de liquidificador, cafeteira; cocção: fogão, fornos, coifa.

Hoje a cozinha mudou de conceito. Se antes era tida apenas como uma ambiente para preparar o almoço ou a janta, hoje ela possui uma função a mais: integrar toda a família.

Saiba mais sobre as tendências de cozinha e distribuição em nosso àlbum do Flickr.

Confira o post sobre cozinhas no Blog de Karoline Stolf
 

Como escolher o imóvel ideal para a família

A casa própria, sonho de grande parcela dos brasileiros, é, para muitos, o bem de maior valor que será adquirido em toda vida. Quem compra um imóvel para morar, em geral, o faz com a intenção de viver ali, sozinho, ou com a família, por um bom tempo. Justamente porque não é comum trocar de imóvel com freqüência, a decisão não pode ser tomada por impulso. Antes de escolher um imóvel é preciso pensar no futuro, incluindo aspectos relevantes da sua vida pessoal.

Para não errar na decisão, algumas perguntas são indispensáveis, como: em três anos estarei casado? Terei filhos? Por quanto tempo pretendo ficar neste imóvel? Ele atenderá minhas expectativas? Refletir sobre essas questões é fundamental para que não haja um arrependimento futuro e ocasione transtornos com mudanças de imóvel e o pior, o desperdício de dinheiro.

Para o engenheiro civil Flavio Figueiredo, quando alguém decide pela compra do imóvel, precisa escolher algo compatível com a sua família, tanto para o momento atual, quanto a médio ou longo prazo. Desta forma, evitará transtornos com adaptabilidade ao imóvel.

“O correto é avaliar profundamente o tamanho, localização, vagas de garagem, cômodos e claro, projetar sua vida para 5 ou 10 anos”, esclarece o especialista. Outra questão importante é em relação ao planejamento familiar. Se pretende ter mais filhos, encontre um lugar com número maior de dormitórios e banheiros. Se não pretende, não esqueça que os filhos crescem e com o tempo terão carros, com isso, é indispensável o número de vagas em uma garagem do edifício. Além disso, os filhos buscam individualidade e dividir o mesmo cômodo na fase adolescente ou adulta, pode gerar conflitos.

Fonte: R7

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como os profissionais do mercado imobiliário se veem?

Parodiando o comparativo que estava sendo divulgado no Facebook semana passada "como os publicitários se veem?" resolvemos desenvolver um para o nosso setor. Como corretores, funcionários, gerentes e diretores do mercado imobiliário se veem? Confira abaixo o resultado desta brincadeira. 



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ser Corretor de Imóveis


Até outro dia me perguntava: o que é ser Corretor de Imóveis? Ouvi algumas definições absurdas e outras até interessantes, mas preferi formar a minha ideia sobre tal profissão.
Creio que ser um Corretor de imóveis é ir além do planejado, é ser criativo, é encontrar outras formas de vender, é conhecer a parte burocrática do negócio, é ser persuasivo e objetivo. É óbvio que existem momentos que você deve esperar, mas na grande maioria você precisa acreditar e agir.
Uma qualidade que deve ter o corretor de Imóveis é determinação e a outra é a paciência. Falar menos e fazer mais. Ser corretor de imóveis não é apenas realizar um negócio, mas sim satisfazer a necessidade das partes: comprador e vendedor, fazer com que eles confiem em você. Um negócio bem realizado não é feito a qualquer custo, de qualquer forma, é preciso cautela e tomar todos os cuidados que exigem uma transação imobiliária, para que no futuro apareçam apenas consequências positivas, uma indicação, a satisfação das partes e a sua satisfação pessoal em realizar um negócio com todas as exigências.
Creio que até a ansiedade faz parte deste negócio, é bom que você tenha uma certa ansiedade,ela move seus atos e faz com que você caminhe e lute. O importante é ter a sua marca registrada, não há um padrão definido de corretor, cada um utiliza as suas qualidades para vender, seja diferente e faça o melhor. Detalhes que são importantes neste contexto: tenha uma boa comunicação verbal e escrita, seja um excelente negociador. Leia mais! Treine sempre, um treinamento nunca é desnecessário.
Você precisa sonhar sempre, pois o homem nunca vai além de seus sonhos. Quando um cliente potencial aparece é preciso percepção e persistência, saiba que ele vai comprar, seja com você ou com outra pessoa. Acredite e encontre o imóvel desejado pelo cliente. Tente e você vai encontrar.
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Autor: Henrique Arantes – Gerente Geral de Vendas da Amagai Consultoria de Imóveis de Jacareí – SP.

As Origens dos Layouts das Plantas nos Imóveis de Hoje.



Por que as plantas são como são? Quem foi que dividiu nossas casas em área social, íntima e de serviço? Dedicados ao estudo da habitação contemporânea, os pesquisadores do Núcleo de Estudos de Habitares Interativos Nomads.usp), da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo em São Carlos, afirmam que essa divisão é a mesma usada nas casas dos nobres e da alta burguesia do século 17.
“A família nuclear com pai, mãe e filhos já era menos da metade em 2005″, afirma o arquiteto Fábio Queiroz, do Nomads. A Síntese dos Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, entre 1995 e 2005, na Região Sudeste, o porcentual de famílias com essa formação caiu de 56,6% para 48,5%. “Tivemos ainda uma revolução nas relações familiares e nos costumes, enquanto as plantas continuam obedecendo ao modelo consolidado na Belle Époque (fim do século 19 até a 1ª Guerra Mundial)”, conta.
Esse modelo segue os padrões de comportamento da época: de negação da rua, em que a família e as mulheres viviam isoladas do convívio com estranhos e os empregados deveriam cumprir suas tarefas sem incomodar. “A origem da copa vem desse costume. Em francês, se chama ‘office’ e era o cômodo de ligação entre a área da família e a de serviços, chamada de área de rejeição”, explica Queiróz. Apenas a dona da casa se dirigia ao local, para dar ordens ao empregado mais graduado, e jamais entrava na área de rejeição ? a dos trabalhadores.
A posição da copa entre a área de serviço e a sala de estar se mantém até os nossos dias. “Hoje, já não é mais comum separar a sala de jantar da de estar, mas o desenho continua o mesmo. A cozinha ou está nos fundos do apartamento ou em um corredor e sempre termina na área de serviço. Só que hoje, cozinhar não é mais uma atividade cotidiana”, diz.
Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o almoço cotidiano acontece cada vez mais na rua e se deixa para cozinhar nos finais de semana, como uma forma de convívio com a família e amigos. “A moda gourmet surge dessa mudança, assim como as cozinhas integradas e as varandas gourmets. Mas essa é uma solução mercadológica, pois a sua localização na planta não muda”, diz.
A cozinha integrada, ou de Frankfurt, é resultado de uma revisão da cozinha ocorrida na Europa com o movimento moderno. “É compacta, prática e fica no centro da casa. Inclui quem está cozinhando, que pode controlar o movimento da casa.”
Marketing - Sobre as varandas gourmets, Queiróz afirma: “Ter um espaço aberto e amplo, equipado para receber os amigos, é um dos mais caros desejos da grande maioria dos compradores. Nos apartamentos-modelo, essas varandas são decoradas para seduzir o cliente, mas dificilmente irão cumprir esse papel”, garante o pesquisador.
Segundo Queiróz, a decoração em geral usa materiais de acabamento e equipamentos de altíssimo padrão em unidades voltadas para um público, no máximo, de classe média, que não terá condições de montá-la daquela maneira. “Além disso, em São Paulo há o problema da fuligem e do barulho e também da vista, que na maioria das vezes não é agradável”, afirma. O resultado é que o comprador acaba fechando a varanda, o que além de ilegal pode criar problemas de ventilação, reduzindo a qualidade da moradia. “E aquele desejo permanece um sonho.”
O arquiteto diz que a varanda é uma jogada de marketing porque a verdadeira razão da sua existência nos projetos modernos é uma questão de mercado. “O código de obras de São Paulo não considera a metragem da varanda como área útil para os cálculos de aproveitamento do terreno. Assim, se ela tem 25 m², a cada dez unidades ganham-se 250 metros quadrados de área possível”, explica. Em prédios com apartamentos de 50 metros quadrados, isso significa quatro unidades a mais.
É preciso ressaltar que o fechamento desse espaço é ilegal e pode gerar multas e uma ordem de abri-la novamente, caso o imóvel seja alvo de vistoria dos técnicos da Prefeitura. “Só que raramente isso acontece e muitos corretores usam essa possibilidade, de aumentar os espaços fechando a varanda, como argumento de venda”, conta.
Encontrar um desenho que atenda às necessidades atuais da família e se enquadre nas condições do mercado, com restrições de custo e de espaço, é o maior desafio da arquitetura, na opinião de Fábio Queiróz, pesquisador do Nomads.usp.
Mudança - “A estrutura oitocentista não funciona numa área tão pequena. O quarto hoje tem que abrigar TV, computador, mesa de estudo, além da cama e isso é inviável em seis metros quadrados, que é a metragem média dos projetos”, afirma.
O mesmo ocorre com o banheiro, hoje confinado em 1,5 metro quadrado, insuficiente até mesmo para a sua função básica. “E as pessoas gostam de se trocar e se arrumar no banheiro, que para isso deve guardar uma série de equipamentos e materiais.”
Queiróz propõe a criação de espaços com vários usos, o que pode ser facilitado com a adoção de modernos sistemas de automação. “É possível criar um projeto que proponha o uso de painéis móveis, por exemplo, e testar a posição da cozinha. O problema é que o mercado tem resistência, pois teme ter dificuldades na venda”, diz.
Segundo o arquiteto, essas experiências são mais comuns no exterior (algumas delas ilustram essa página), inclusive para habitações populares. “No Brasil, temos apenas experiências de flexibilização de plantas, que não muda muita coisa, pois o espaço é pequeno. Não dá para fugir do padrão em 70, 50 metros quadrados”, diz. A casa dos sonhos ainda permanece um sonho.
A residência brasileira guarda o índio e o europeu - Uma habitação tem um programa de necessidades, de onde surge uma lista de cômodos, hoje com no mínimo 20 itens.”É essa lista que define a planta”, ensina o arquiteto Carlos Lemos, professor da pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e conselheiro do Museu da Casa Brasileira.
Na casa do índio, as primeiras no Brasil, existem dezenas de superposições de funções em um mesmo espaço. “Esse programa foi a base da casa dos bandeirantes, que eram mamelucos”, conta. Acrescida de elementos da planta europeia, determinada por regras da Igreja Católica e do Código Civil europeu. “Por exemplo, os breves papais impediam que se exercesse qualquer procedimento católico no âmbito familiar. Os oratórios e capelas deveriam ser separados e com acesso independente”, explica. Além disso, usos e costumes de origem árabe segregavam a mulher, determinando a separação do quarto de hóspedes, para hospedagem dos viajantes, hábito comum. Por isso, surgiu o alpendre central, com a capela à direita e o quarto de hóspedes à esquerda. “A alcova é resultado da moral cristã”, diz o professor.
A grosso modo, esse tipo de moradia persistiu no Brasil rural até o Império. No século 19, com a entrada do dinheiro vindo da venda de borracha, cana-de-açúcar e sobretudo do café, houve uma modernização desse programa.
Divisão - “Veio a moda do morar à francesa, introduzido por Ramos de Azevedo, que obedecia ao programa com três zonas de funções definidas: repouso, social e de serviços, que tem como coração a cozinha.”
A planta deveria satisfazer esse programa e prever uma circulação em que se pudesse ir de uma zona a outra sem passar na terceira. Para facilitar, surgiu o vestíbulo (ou hall), um cômodo de passagem com saída para as três zonas. “Esse esquema durou até a chegada da arquitetura moderna, que não gosta muito disso. Então até certo ponto, voltou a satisfazer o programa antigo, de áreas superpostas”, conta.
A existência de plantas à moda francesa, hoje, segundo o professor, é determinada pelo comodismo. “Primeiro tinha os escravos e, depois, as empregadas domésticas, que faziam as tarefas chatas.”
No que diz respeito aos hábitos, hoje tudo ficou diferente. “A família não se reúne, nem nas refeições. Os filhos ficam confinados nos quartos, onde cada um tem o seu inferninho particular”, diz Lemos. Para evitar conflitos, tem-se de separar o ambiente de cada um, gerando uma dispersão na família.
O professor diz que há tolerância à superposição de funções, diferente entre as classes sociais. “As casas autoconstruídas pelas famílias de operários sobrepõe estar e serviço, enquanto a classe média alta, aceita a sobreposição do ambiente de repouso com o social.”

Fonte: Revista ZAP Imóveis e site O Gestor Imobiliário

O que o brasileiro procura em um imóvel?



Você já parou para pensar nos motivos que levam as pessoas a comprarem um imóvel? O brasileiro hoje quer muito mais do que um apartamento para morar. Há uma busca pela realização de um sonho.
Um cenário bastante favorável – com o desenvolvimento econômico, estabilidade financeira do país e algumas mudanças na legislação - possibilitou um aumento da oferta de crédito fazendo com que mais pessoas passassem a ter acesso ao financiamento habitacional e dessa forma também pudessem concretizar o desejo da casa própria, inclusive os consumidores das classes C e D.
Como venho apontando desde o início deste blog, esse diversificado painel de clientes está cada vez mais exigente. Por isso, todos os envolvidos no segmento imobiliário devem estar atentos, desde o empresário até o operário da construção. Hoje não basta apenas entregar o empreendimento com uma boa estrutura física. Há uma maior valorização da qualidade de vida, da busca pela saúde e pela ampliação do relacionamento, ou seja, da rede social. Você concorda?
Ao longo desses mais de 10 anos de atuação no setor tenho acompanhado os diferentes perfis dos clientes. Percebo que a dinâmica dos últimos anos é de uma procura cada vez maior por espaços que proporcionem maior interação social e uma vida mais saudável, por exemplo, a preferência por projetos que contem com opções para prática de esportes com itens como piscinas, quadras poliesportivas, pista para caminhada, entre outros.
Além disso, os ambientes que proporcionem um convívio mais qualificado, no qual os moradores possam receber seus amigos e familiares, também têm recebido grande destaque. Assim, espaços como varanda gourmet, salões de festas, churrasqueiras estão entre os quesitos que influenciam bastante na hora da escolha do imóvel. Com esses atrativos os moradores estão até mesmo descobrindo e desenvolvendo novos talentos como o de cozinhar para as pessoas queridas e com isso promover uma boa recepção.
Acredito que hoje o que os brasileiros mais procuram são:
  • A realização de um sonho;
  • Maior qualidade de vida;
  • Mais segurança;
  • Boa mobilidade urbana.
E as construtoras estão em processo de adaptação, a fim de oferecer empreendimentos cada vez mais atrativos e que atendam aos reais desejos dos compradores. Percebemos isso por meio do sucesso dos modelos de empreendimentos mistos, por exemplo, que hoje oferecem em único espaço opções para moradia, lazer, trabalho e conveniências. Assim o morador tem acesso a uma série de facilidades sem precisar sair de casa, sem enfrentar o stress do trânsito das grandes cidades.
Há também uma constante busca por uma localização estratégica dos empreendimentos que possibilitem ao morador estar perto dos principais centros econômicos e de lazer.
E você, o que procura em um imóvel? Quais são os itens que mais te atraem? Segurança? Conforto? Qualidade de vida? Participe, deixe o seu comentário

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Vantagens de morar em apartamento





  • Você pode viajar sem medo de deixar o seu lar sozinho.


  • Também é menos trabalhoso, porque os funcionários cuidam da manutenção e da limpeza


  • Normalmente, a possibilidade de vista bonita é maior e, em muitos casos, conta-se com infra-estrutura de serviços


  • Não tem goteira, nem pedintes tocando a campainha a toda hora.


  • A segurança também ganha. Dificilmente um único homem consegue praticar um assalto.


  • São necessárias pelo menos três pessoas para o êxito numa ação em edifício


  • A presença do porteiro, mesmo que não seja do tipo atlético, inibe o ladrão


  • Num edifício, todos os custos se reduzem porque são divididos entre os moradores. Não é diferente com vigilantes e sistemas de alarme


  • Morar em apartamento é muito melhor do que morar em casa. As vantagens são inúmeras.


  • Você pode desfrutar de uma bela vista panorâmica da cidade e do litoral.


  • É mais aconchegante, prático e fácil de manter sempre limpo e arrumado.


  • Seus filhos podem brincar no playground, com toda segurança.


  • Tem mais segurança e você seleciona melhor as visitas que deseja receber.


  • As janelas podem ficar todas abertas que as pessoas da rua não vão invadir a sua privacidade com olhares indiscretos.


  • Tem muito mais ventilação e iluminação.


  • A manutenção de apartamento é muito mais barata que a de casa


  • A manutenção é mais barata.


  • A tranqüilidade é superior: as regras condominiais proíbem som alto e o fato de se estar acima do nível da rua já garante mais silêncio.


  • E mais: acima do 4º andar, o mosquito da dengue não sobe, pois essa é a altura-limite para o vôo do Aedes Aegypti.


Morar em apartamento é mais QUALIDADE DE VIDA!

Morar Junto Vale a Pena?

Uma grande dúvida dos casais atualmente é se vale a pena morar juntos. Primeiramente é claro o que eles mais pensam é se vão casar e ter uma vida única, dividindo tudo com se deve ser. Este é um assunto muito discutido, e fatores totalmente diferenciados que precisam ser analisados. O que logo visualizam é se a pessoa a qual estão é com quem desejarão viver, ter que conviver todos os dias.
As dúvidas das mulheres é se os homens serão prestativos, pois a maioria não se encontra nesta categoria. São elas que pensam que cuidarão das casas, farão toda a limpeza, entre muitas outras atividades. É preciso chegar a um consenso para que não aja brigas que sejam tolas, como por exemplo, a toalha em cima da cama, já que isso é algo que todos deveriam saber que é errado. É a grande minoria que não faz isso, e na pratica é exatamente o que acontece.
Algo que precisa ser visto antes de comprar ou alugar a casa é conhecer a sua vizinhança, pois muitas vezes eles não são agradáveis, e isso pode trazer brigas para o casal.
Conhecer bem a pessoa com quem irá morar é primordial. Muitas vezes o que parece ser eterno e perfeito não acontece. O conhecimento da vida de ambos é muito importante, conhecer a família, de onde veio, o que faz, com quem morava ou mora. Quando o relacionamento se consolida, é longo, fica mais simples, pois já conhece as qualidades e defeitos do seu parceiro (a).
A divisão das contas vem como algo muito importante nos dias atuais. Ainda existem os antigos cavalheiros que pagam tudo, porém com a realidade enfrentada por eles hoje em dia de que as mulheres sustentam a casa isso muda. As contas passam a ser dividas, e é preciso que não se esqueça do dinheiro ao final do mês.
As regras são interessantes, mas nada de colocar papeis pela casa mostrando as atividades diárias! Isso é uma pratica que com o tempo o casal vai tendo, nada de impor as regras, pois morar junto é união, ajuda, e não mandamentos. E ficar vinte e quatro horas juntos não é nada bom, pois isso pode trazer mais brigas. E ame quem você está além de suas qualidades.
São inúmeras as atividades que passarão a fazer juntos, e por isso é tão importante saber viver em dois, em conjunto, e precisam aprender a se respeita ao máximo um ao outro. E quanto ao sexo, lembre se! Morar junto não é só sexo, é compreensão, amizade, diálogo. Vale a pena morar junto quando se segue os parâmetros para uma vida harmoniosa, se isso ainda não ocorre reveja os seus conceitos e espere mais um pouco.


Fonte: http://www.alienado.net/morar-junto-vale-a-pena/  24/01/2012